Shahryar Mazgani confessou, em declarações à Lusa a propósito de “The Gambler Song”, ter alguma dificuldade em analisar a música que faz.

Confrontado com a possibilidade de este ser um álbum em que as canções soam mais calma do que em trabalhos anteriores, Mazgani admite que sim, mas, mais do que partilhar o que quis com “The Gambler Song”, o músico prefere que seja quem ouve a decidir.

Para Mazgani, que nasceu no Irão mas vive em Portugal desde o início dos anos 1980, as canções que cria são mais do público do que suas.

 Mazgani

No entanto, consegue admitir que, ao sexto álbum, é notório que se trata de uma obra de Mazgani. Ou seja, que a identidade que criou enquanto músico está muito presente, até porque as suas influências são as de sempre, entre as quais Leonard Cohen, Tom Waits, Bob Dylan e Nick Cave.

Os nove temas de “The Gambler Song”, editado de forma independente com um apoio do Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores, foram todos escritos e compostos por Mazgani, que os gravou com “os amigos” Victor Coimbra (baixo, teclados e coros), Isaac Achega (bateria) e Pedro Vidal (guitarras e coros).

“The Gambler Song”, que será apresentado ao vivo em 4 de março, no Capitólio, em Lisboa, chega dois anos depois de “The Poet’s Death”, com coprodução de Peixe, antigo guitarrista dos Ornatos Violeta.

Mazgani conta ainda na discografia com o album de versões “Lifeboat” (2015), e os álbuns de originais "Common Ground" (2013), produzido por John Parish e Mick Harvey, "Song of distance" (2010) e "Song of the new heart" (2007).

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