O canal Odisseia assinala o Dia da Mãe com a exibição de «Mãe depois dos 50», um documentário com estreia marcada para dia 2 de Maio, às 22h00, que retrata as mudanças sociais que levaram as mulheres a optar por uma maternidade cada vez mais tardia.

Qual pode ser considerado o limite de idade para ser mãe? Venha viajar por vários cantos do mundo na companhia do Odisseia para conhecer quatro mulheres que ficaram grávidas, apesar de já estarem na fase da menopausa.

Visitaremos o lar de Rajo Devi na Índia, onde vive a mãe mais velha do mundo com 70 anos, e ainda a casa de uma mãe espanhola de 69 anos. Na Califórnia, conheceremos uma mãe de gémeas que deu à luz aos cinquenta anos e, no Reino Unido, uma mulher que está a tentar engravidar depois dos 70.

Que dilemas éticos surgem nestes casos? Quando se vêm implicados os direitos do não nato? Que avanços científicos possibilitam estes milagres médicos? Este é um documentário que aprofunda tudo o que envolve o facto de ser mãe depois dos 50.

Antigamente, ter filhos tardios era algo criticado socialmente. Hoje, as gravidezes tardias são incentivadas e constituem uma opção de mulheres com capital profissional e educacional, que gozam do apoio da medicina, seja através de exames precoces para detectar malformações do feto, da monitorização da grávida, ou da procriação medicamente assistida.

Realizado por Amanda Blue e produzido por Blast! Films e Channel 4, «Mãe depois dos 50» é um trabalho actual que demonstra que, um pouco por todo os mundo, as mulheres estão a optar por ter filhos mais tarde revelando que o tão apregoado «relógio biológico» tem uma carga horária muito ampla, nem que para isso se tenha de recorrer à ajuda da medicina.

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