Juntar uma entrevistada que não é conhecida por fazer conversa de circunstância e pode recorrer a uma cortante ironia (britânica) e apresentadores de um daqueles programas matinais ligeiros nos EUA, que começam logo por se enganar no seu nome,  e o resultado só podia ser um desastre.

Foi o que aconteceu esta terça-feira quando Cara Delevingne fez uma entrevista em direto via satélite para o "Good Day Sacramento" a propósito do seu novo filme "Cidades de Papel".

Em jeito de apresentação, a apresentadora Marianne McClary chamou-lhe "Carla" e a conversa rapidamente se tornou desconfortável com uma série de perguntas banais feitas em tom condescendente.

Questionada sobre se lera o livro de John Green em que se baseava o filme, começou por responder que não e que tinha improvisado, antes de adotar um tom mais sério e dizer que "claro que o tinha lido".

"Tem muito em comum com a sua personagem?" obteve como resposta "Não, na verdade odeio-a" e eventualmente um dos intervenientes comenta que a modelo transformada em atriz estaria menos entusiasma do que em presenças televisivas duas semanas antes em Londres, perguntando se estava apenas cansada.

A pergunta parece surpreendê-la e desculpa-se com as emoções da estreia na noite anterior, mas logo a seguir o conflito torna-se dolorosamente claro quando a apresentadora Marianne McClary comenta que ela parece estar irritada ou talvez o problema seja "deles".

"Não, julgo que são vocês", foi a resposta, altura em que os apresentadores decidem dar por terminado o segmento para que "possa ir dormir ou beber um Red Bull".

Veja a entrevista bizarra.

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