Chega à sua segunda nomeação ao Óscar, depois de
O Bom Rebelde em 1998, com um filme que apesar da temática se «veste» de classicismo: a ascensão e queda de uma figura heróica,
Harvey Milk.

Não é a primeira vez que Van Sant se entrega à direcção de filmes com personagens homossexuais (basta recordar a sua primeira longa-metragem
Mala Noche ou
«A Caminho de Idaho» (My Own Private Idaho) , com River Phoenix e Keanu Reeves) mas desta vez o realizador conseguiu levar o seu filme a um outro grau de aceitação.

Também não é a primeira vez que que
Gus Vant Sant (56 anos) se dedica a personagens que dominam por completo um filme.

Se Nicole Kidman divertia e impressionava ao mesmo tempo em
Disposta a Tudo, Matt Damon conseguiu talvez a sua melhor interpretação no papel de um inesperado geniozinho em «O Bom Rebelde».

E, agora,
Sean Penn arrisca-se muito provavelmente a receber o seu segundo Óscar.

Um dos expoentes máximos do cinema independente, que revitalizou continuamente em obras como
No Trilho da Droga ou
Gerry, ganhou a Palma de Ouro em Cannes com o excelente
Elephant.

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