Nunca foi um realizador da primeira linha, mas tem no currículo vários filmes de bastante mérito, nomeadamente aquele pelo qual será sempre recordado,
«O Império Contra-Ataca», para muitos a melhor película da saga «Star Wars».
Irvin Kershner faleceu hoje, aos 87 anos, vítima de doença prolongada, segunda confirmou a sua neta Adriana Santini à comunicação social.

O cineasta norte-americano nasceu em 1923 na Pensilvânia, estudou música, pintura e fotografia, e, após ter tentado a sorte nessas áreas, começou a trabalhar como argumentista, director de fotografia, realizador e produtor, para a televisão e para o cinema.

Entre as obras mais importantes que dirigiu antes da aventura galáctica contam-se
«A Fine Madness», com
Sean Connery e
Joanne Woodward,
«The Flim-Flam Man», com
George C. Scott,
«A Mulher das Mil Caras»,
«O Regresso do Homem Chamado Cavalo» com
Richard Harris, e
«Os Olhos de Laura Mars», com
Faye Dunaway e
Tommy Lee Jones, e argumento de
John Carpenter.

Em 1980,
George Lucas escolheu-o para o suceder ao leme da saga «Star Wars» tornando-o realizador de
«O Império Contra-Ataca», por muita gente considerado o melhor filme da série. O sucesso levou-o a assinar depois outras grandes produções, como
«Nunca Digas Nunca», um filmes de James Bond fora do alinhamento oficial mas ainda com
Sean Connery, e
«Robocop 2», com argumento de
Frank Miller, que não teve a mesma recepção da sequela da saga estelar.

Nos últimos anos, Kershner dedicou-se à fotografia e ao ensino, regressando pendularmente à realização, o que fez com a série
«seaQuest DSV», produzida por Steven Spielberg.

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