Segundo o festival, foi a quinta vez, em 50 anos de história do evento, que o Grande Prémio do júri profissional e o prémio do público coincidiram.

O filme, produzido pela BAP – Animation Studios, fez a sua estreia internacional na capital croata e vai estar também no festival de Annecy, em França, que começou hoje.

“Muitas coisas nos impressionaram neste filme. O naturalismo do diálogo. O calor e a intimidade do ambiente familiar. Mas, acima de tudo, a ternura com que conta a sua história de generosidade no meio das dificuldades políticas e económicas em Portugal. E o macaco, também", justificou o júri, na atribuição do prémio de melhor filme, citado no comunicado da Agência da Curta-metragem.

A sinopse do filme é a seguinte: “Numa tarde quente de agosto, a família junta-se à mesa. As memórias de cada um vão-se cruzando para recordar a história do tio Botão. Da ditadura à emigração para França, onde trabalhou como homem do lixo, e quando voltava a Belmonte na carrinha cheia de 'lixo' que transformava num verdadeiro tesouro.”

Laura Gonçalves formou-se em Arte e Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em 2009, tendo feito mestrado em Animação na Arts University de Bournemouth, no Reino Unido, três anos depois.

De acordo com a biografia da artista e realizadora, Laura Gonçalves entrou “no mundo da animação como arte finalista e animadora no estúdio Sardinha em Lata” e realizou a primeira curta-metragem de animação, “Três Semanas em Dezembro”, em 2012.

Em 2015, correalizou “Nossa Senhora da Apresentação”, com Abi Feijó, Alice Guimarães e Daniela Duarte, seguindo-se “Água Mole” com Alexandra Ramires.

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