Foi lançado o trailer final de "Tenet", o novo filme de Christopher Nolan e o primeiro desde "Dunkirk" (2017), que também escreveu o argumento.

Todos os blockbusters de verão que Hollywood preparou para os cinemas mudaram de data por causa da COVID-19 menos este anunciado épico de espionagem, que se mantém para 17 de julho (um dia antes em Portugal), apesar da incerteza que rodeia a reabertura dos cinemas nos mercados essenciais dos EUA e China.

Segundo o CEO da IMAX, foi o próprio Christopher Nolan, um dos maiores defensores de ver filmes no grande ecrã, que fez pressão para que o filme não adiasse e lidere o processo de trazer as pessoas de volta às salas.

No elenco surgem Robert Pattinson, Clémence Poésy, Martin Donovan, Elizabeth Debicki, Aaron-Taylor Johnson, Kenneth Branagh, Himesh Patel e Michael Caine, mas as atenções estarão no protagonista, John David Washington (a revelação de "BlacKkKlansman: Infiltrado", de Spike Lee, e filho de Denzel Washinton), um espião trazido de volta dos mortos com o objetivo de ajudar a evitar uma Terceira Guerra Mundial muito pior do que o holocausto nuclear.

Tenet, a palavra que "abre as portas certas e também algumas das erradas", guia a personagem, que tem a dom de ver o tempo de forma diferente, tanto para a frente como para trás (o trailer explica que não se trata de viajar no tempo, mas de algo chamado "inversão").

"Tenet" foi rodado em sete países e é considerado como o filme mais caro (200 milhões de dólares) e um dos mais ambiciosos na carreira do cineasta da trilogia "O Cavaleiro das Trevas", "A Origem" e "Dunkirk".

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