Esculturas, pinturas, relógios, objetos religiosos: a coleção de Robin Williams, que morreu em 2014, e da sua segunda esposa, Marsha, será posta à venda no dia 4 de outubro pela casa de leilões Sotheby's em Nova Iorque.

A iniciativa não inclui apenas bens do ator: entre as dezenas de lotes que serão disponibilizados estão artigos do mundo do cinema, como uma toga usada por Daniel Radcliff na saga "Harry Potter" (cuja venda está estimada entre 10 mil e 15 mil dólares) e outros acessórios de filmagens e figurinos, além de prémios e argumentos autografados.

A coleção também inclui obras de arte moderna e contemporânea, como uma escultura de Niki de Saint Phalle, além de outras obras de grandes artistas de rua, como Banksy, Shepard Fairey e o francês Invader.

Uma parte dos lucros será destinada a organizações sem fins lucrativos, como o Wounded Warrior Project, que trabalha com feridos em conflitos armados, e a Juilliard School, uma prestigiada escola de música, teatro e dança sediada em Nova Iorque.

Williams ganhou um Óscar em 1998 pelo seu papel secundário em "O Bom Rebelde". Pai de três filhos, era conhecido pela sua enorme energia e capacidade de improvisar piadas e foi o protagonista de filmes de sucesso como "Bom dia, Vietname", "O Clube dos Poetas Mortos" e "Papá para Sempre".

Marsha, produtora de filmes e filantropa, foi a sua segunda esposa. Foram casados de 1989 a 2010 e tiveram dois filhos. Williams cometeu suicídio aos 63 anos.

A sua viúva e terceira esposa, Susan Schneider, revelou mais tarde que ele sofria de Demência com Corpos de Lewy, uma doença neurodegenerativa que altera o humor e os movimentos e causa alucinações.

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