Distinguida no 25º Prémio da Música Brasileira, onde arrecadou o galardão de Melhor Álbum Regional, Patrícia Bastos traz as novas canções a palcos portugueses, atuando a 6 de novembro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no âmbito do Misty Fest; no dia seguinte no Salão Brazil, em Coimbra; e dia 8 no Auditório da Academia de Música, em Espinho, concerto também inserido na programação do festival.

"Zulusa significa a junção de zulus e lusitanos que, somada ao índio, é a origem ancestral e também a essência do povo amapaense", explica a cantora a propósito do título do novo álbum. Em "Zulusa", o Brasil mistura-se com África e o presente com a história, cruzando-se batuque, o marabaixo, o cacicó e o zoulk com guitarrada, embolada, cúmbia e fado.

Produzido por Dante Ozzetti e Du Moreira entre São Paulo e Macapá, "Zulusa" "finca os pés em Amapá, mas estende braços, cabeça e ancas bem para lá desse recanto regional", salienta a editora.

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