A ideia do festival, que termina no sábado, "parte de um conceito do que é a infância". "Não há aqui ninguém a explicar nada às crianças. É uma experiência artística e não transmissiva de alguém para elas", afirmou a programadora.

À quarta edição, o Big Bang apresentará concertos e atividades, feitos com seis parceiros europeus, destinados a crianças entre os quatro e os doze anos, embora as famílias sejam sempre envolvidas - "os adultos adoram poder assistir à construção conceptual".

Nessa aproximação dos pequenos espetadores à música que habitualmente é escutada por adultos, estará, por exemplo, o agrupamento Sete Lágrimas, que fará uma viagem pela música renascentista, e a belga Zonzo Compagnie vai fazer a estreia mundial de "Mile(s)tones", em torno das composições do trompetista Miles Davis.

A música de John Cage servirá de base para o espetáculo "Dança expansiva sobre música disfarçada", de Thomas Hauert, Mat Voorter e Daan Vandewalle, e o grupo de percussão Drumming atuará com o Coro Infanto-Juvenil da Universidade de Lisboa, dirigido pela maestrina Erica Mandillo.

A organização do festival volta a fazer a sessão "Quartos dos músicos", performance musical de curta duração para desvendar o universo artístico de várias figuras. Este ano a sessão reúne a pianista Joana Sá e a cantora Rita Redshoes.

A programação completa pode ser consultada em www.ccb.pt e grande parte dos espetáculos já estão esgotados.

O Festival Big Bang, que acontece noutros países da Europa, como Noruega e França, contará em 2014 com dois novos parceiros no CCB: Grécia e Alemanha.

@Lusa

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