As 12 pessoas que compunham o painel de jurados concordaram que a AEG Live contratou Conrad Murray, mas consideraram que este não era incapaz ou incompetente para o trabalho, que era um dos argumentos da família Jackson.

O júri deliberou três dias depois de um julgamento de cinco meses, em que a família do cantor alegava que a AEG Live fora negligente na contratação de Murray e na supervisão do seu trabalho.

O veredicto demorou apenas alguns minutos a ser lido no Tribunal de Los Angeles.

Jackson morreu a 25 de junho de 2009 de uma ‘overdose’ de um anestésico administrado pelo médico Conrad Murray na sua mansão alugada em Los Angeles, onde ensaiava para os espetáculos no London´s 02 Arena.

Murray, um cardiologista nascido em Granada, foi condenado por homicídio involuntário num julgamento criminal em 2011 por fornecer a droga à estrela pop - que sofria de insónia crónica - para o ajudar a dormir. Foi preso por quatro anos.

@Lusa

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