O intérprete de “Não rias” atua na quinta-feira à noite na Villa Barberini, na capital italiana, e no dia seguinte em Pontedera, a 341 quilómetros de Roma, na região da Toscânia, no âmbito do mesmo festival.

O fadista, de 33 anos, é acompanhado pelos músicos José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Proença, na viola, e João Penedo, na viola baixo.

O álbum “Largo da Memória”, no qual interpreta entre outros, os temas “As malhas do amor”, “Tarab”, “Fado Alentejo”, “Destino marcado”, e “Corrido à antiga portuguesa”, foi um dos finalistas, este ano, dos prémios da revista britânica Songlines.

Ricardo Ribeiro, com quatro álbuns editados em nome próprio, e várias participações noutros discos, nomeadamente "O fado e a lama portugusa", disse à Lusa que tem feito uma carreira “a pulso, em que nada foi facilitado”.

“Tudo o que tenho feito e construído tem sido apenas com suor e dedicação, sem pisar ninguém, seguindo sempre o meu caminho. O que pretendo é ser musicalmente honesto, seguindo a minha lógica artística”, afirmou o intérprete de “A porta do coração”.

Este ano o músico esgotou, em Lisboa, o grande auditório do Centro Cultural de Belém, e o S. Luiz Teatro Municipal, atuando ao lado do alaudista libanês Rabih Abou-Khalil, com o qual já gravou um CD com poemas de José Luís Gordo, Manuel Ruy e Mário Raínho. Também este ano, com o músico Pedro Jóia, esgotou os espetáculos realizados no Elebash Center, em Nova Iorque. Com Jóia, o fadista atuou este ano ainda em Barcelona, em Espanha, e em Andorra.

Nos próximos dias 23 e 24, Ricardo Ribeiro atua com Rabih Abou-Khali em Agadir, em Marrocos, e em Krems, na Áustria, respetivamente.

Ricardo Ribeiro foi condecorado pelo Presidente da República com a comenda da Ordem do Infante, em janeiro último.

@Lusa

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