De acordo com a Billboard, a escolha recaiu em Katy Perry, que, tal como Rihanna e os Coldplay, já havia sido indicada, em agosto passado, como uma opção provável.

Uma decisão vantajosa para a NFL, sendo Perry uma artista com uma enorme base de fãs, conhecida pelas grandes produções em palco, direcionadas para todas as idades; mas também para a própria cantora, cujo mais recente álbum, “Prism”, não conseguiu alcançar o sucesso dos anteriores, nomeadamante na Europa.

Note-se que o Super Bowl é um dos eventos mais mediáticos e com mais impacto de sempre, tendo a performance decorrida durante o intervalo da edição 2014, a cargo de Bruno Mars e dos Red Hot Chili Peppers, sido vista por mais de 111 milhões de espectadores.

Consciente da visibilidade conquistada pelos artistas que lá atuam, a National Football League terá pedido, alegadamente, a Rihanna, Katy Perry e aos Coldplay que pagassem pelo privilégio de atuarem no intervalo da edição do próximo ano e pela consequente exposição pública. A NFL terá sugerido ainda, como alternativa ao pagamento pela atuação, que os artistas em causa contribuíssem para a liga com uma percentagem dos lucros provenientes das suas digressões pós-Super Bowl.

Katy Perry não terá, porém, aceitado a proposta, tendo revelado na semana passada, à “ESPN”, não ser “o tipo de rapariga que pagaria para atuar” no evento.

Recorde-se que a NFL nunca pagou pelas atuações a decorrerem durante o intervalo do Super Bowl, assegurando, contudo, a deslocação dos artistas e respetiva comitiva, bem como os custos de produção e patrocínios.

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