A estratégia de composição foi revelada por Romy Madley-Croft no documentário “Night Time with the xx”, difundido ontem à noite pela BBC Radio 1: “O iChat é uma forma mesmo boa de trabalhar – a separação é boa – mas também nos sentamos juntos e ouvimos demos, falamos sobre elas.”

“Coexist”, o novo álbum do grupo, cuja edição está prevista para a próxima segunda-feira, 10 de setembro, foi, numa fase inicial, criado separadamente, tendo a banda reunido apenas mais tarde em estúdio, contaram.

No documentário apresentado por Huw Stephens, os The xx também explicaram como o seu crescimento afetou as letras das suas músicas. “As nossas primeiras canções eram experiências fantásticas sobre amor – tínhamos apenas 16 anos, não sabíamos muito…”, revelou Oliver Smith, continuando: “Mas, com o passar do tempo, as letras tornaram-se sobre coisas pelas quais estávamos a passar”.

Contudo, “Coexist” não é um disco introspetivo: “Pensei que este novo álbum seria como um diário, na medida em que nós já passámos, efetivamente, por bastantes experiências, mas dei comigo a enveredar por um lado mais fantasioso – a contar histórias, a escrever sobre como as coisas podiam funcionar, em vez de escrever sobre como as coisas funcionam.

Sara Novais

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