Apresentado hoje, o festival, que decorre com o apoio daqueles municípios, organizado pela CAISA - Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação e pela TOCA - Academia de Artes Performativas, contará com concertos e residências artísticas nos dois territórios, nomeadamente nas freguesias de Joane, Vermil, Oleiros, Mogege e Brito.

Além dos concertos, o festival promove ainda a 2.ª edição de um concurso internacional de composição para percussão aberto a todos os compositores qualificados a nível mundial e arranca com a entrega do prémio Bernardino Machado ao vencedor da primeira edição em "Composição Solo" e ainda do prémio Teófilo Braga, no concurso "Ensemble", em homenagem aos antigos Presidentes da República com raízes na região.

Segundo a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Guimarães, Adelina Pinto, esta é uma forma de promover o "caminho da descentralização cultural", dando ainda como exemplo o projeto Excentricidade e ainda a cooperação com outros municípios, tal como sucede já com o Vaudeville-Rendez-Vous.

"É de realçar este programa sem fronteiras, feito pela comunidade e para a comunidade, envolvendo os jovens ao acrescentar novas camadas nesta dimensão cultural", disse.

Segundo a organização no dossier de apresentação do festival, o Peles foca-se em "projetos artísticos que se distinguem essencialmente pelo cruzamento de linguagens musicais de percussão", atuando "na valorização do trabalho dos artistas jovens, principalmente numa região que cada vez mais se debate com um défice de juventude e a perda de capacidade de atração face às grandes metrópoles vizinhas".

"A organização tem como objetivo convidar projetos nacionais e internacionais de relevo, da área da percussão, sempre com o intuito de incluir novos projetos com expressões artísticas diferentes que garanta uma maior diversidade e dinâmica, garantindo bandas experientes e de qualidade reconhecida", lê-se no mesmo texto.

O Peles começa a 1 de outubro com a atuação do Atlantic Percussion Group, em Joane (Vila Nova de Famalicão), seguindo-se, a 2, um concerto de Vítor Castro na Igreja de Oleiros, em Guimarães.

Dia 3, atua o Odaiko Percussion Group em Joane e ainda Vítor Castro no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Mogege. A 4 de outubro, Quiné Teles assume o programa, atuando em Joane, enquanto, no último dia, José Afonso Sousa leva a produção "Nature, Eletronics & Percussions", desenvolvida em residência no festival, ao Parque da Vila de Brito (Guimarães).

O Peles termina com Sons do Douro no Parque da Vila de Brito.

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