Scúru Fitchádu tem atuação marcada para 3 de julho, o mesmo dia em que atuam, entre outros, Tyler, The Creator, FKA Twigs, Thom Yorke, Anderson.Paak & The Free Nationals, Sampa The Great e Tinariwen, segundo informação disponível no site oficial do festival.

O festival classifica a música do “projeto a solo punk-estético” do artista português Sette Sujidade (Marcus Veiga) como “funaná punk”.

“Ele combina drum’n’bass com linhas de baixo agressivas, batidas pesadas, voz punk (gutural e zangada!) e funaná, tradicional de Cabo Verde”, lê-se no site do Roskilde.

Nascido em Lisboa, filho de mãe angolana e pai cabo-verdiano, Marcus Veiga é “um artista idiossincrático com um som tão profundamente entrincheirado na dualidade, que fará quem o ouve questionar as suas noções de géneros e rótulos”.

Marcus Veiga começou o projeto Scúru Fitchádu em 2015. O álbum de estreia, “Um Kuza Runhu”, foi editado no início deste ano.

“Ao ouvir o álbum, encontra-se música de protesto, carregada de comentário político e social, zangada com o núcleo podre da sociedade e entranhada com uma sensação de perigo. Afinal, Scúru Fitchádu traduz-se ‘escuridão profunda’ e Marcus Veiga toca o seu ferrinho com uma faca afiada”, refere a organização do Roskilde.

A edição deste ano do festival decorre entre 27 de junho e 4 de julho.

No ano passado, foram duas as portuguesas no cartaz do Roskilde: a DJ e produtora Violet, na programação musical, e a artista Marisa Benjamim, no programa de artes e debate.

Os Moonspell foram os primeiros portugueses a atuar no festival, em 1998. Entretanto, o festival da Dinamarca recebeu os Buraka Som Sistema, em 2007, os Throes + The Shine, em 2013, e o projeto Batida, de Pedro Coquenão, em 2015. O artista Miguel Januário, com o projeto ±maismenos±, foi o primeiro português a participar no programa de artes e debates do festival, na edição de 2018.

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