Em comunicado enviado à Lusa, a Estoril Sol sublinha que, “pelo segundo ano consecutivo, o prazo de receção das obras originais concorrentes foi alterado, devido aos condicionalismos impostos pela pandemia”, sendo possível remetê-las até 31 de julho.

O vencedor do galardão, destinado a promover romances inéditos de autores portugueses estreantes, receberá 10 mil euros e verá a sua obra publicada pela editora Gradiva, parceira da Estoril Sol desde a criação do prémio, em 2008.

O júri, presidido por Guilherme D`Oliveira Martins, em representação do Centro Nacional de Cultura (CNC), é composto por José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE); Maria Carlos Gil Loureiro, da Direção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, da Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo, José Carlos de Vasconcelos e Liberto Cruz, convidados a título individual, além de Dinis de Abreu, em representação da empresa Estoril Sol.

Em 2020, a escolha recaiu sobre o romance “Escavadoras”, de Marta Pais Oliveira, a ser publicado pela Gradiva.

O Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís distinguiu em anteriores edições obras como “Trás-os-Montes”, de Tiago Patrício (2011), “A Vida Inútil de José Homem”, de Marlene Ferraz (2012), “Fredo”, de Ricardo Fonseca Mota (2015), “O Invisível”, de Rui Lage (2017), e “Um Passo para Sul”, de Judite Canha Fernandes (2018).

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