No ano em que o galardão assinala 25 anos, as seis obras candidatas finalistas são: “Dominicana”, de Angie Cruz; “Girl, Woman, Other”, de Bernardine Evaristo; “A Thousand Ships”, de Natalie Haynes; “The Mirror and the Light”, de Hilary Mantel; “Hamnet”, de Maggie O’ Farrell; “Weather”, de Jenny Offill.

No anúncio da lista de finalistas, a presidente do júri, Martha Lane Fox, disse: “Estamos a viver tempos desafiantes, tristes e complexos e, por isso, agora, mais do que nunca, as histórias incríveis dão-nos esperança, um momento de fuga, um ponto de ligação.”

O júri deste ano era ainda composto pelas autoras Scarlett Curtis, Melanie Eusebe, Viv Groskop e Paula Hawkins.

Dirigido pela romancista Kate Mosse, o Women’s Prize for Fiction pretende reconhecer a ficção escrita por mulheres em todo o mundo.

Criado em 1992, em Londres, capital britânica, por um grupo de homens e mulheres jornalistas, críticos, agentes, editores, bibliotecários e livreiros, o prémio foi uma resposta ao facto de, no ano anterior, a lista de finalistas do prestigiado prémio literário Booker Prize não ter incluído uma única mulher.

Aliás, em 1992, apenas dez por cento das finalistas ao Booker Prize tinham sido mulheres.

A residência ou o país de origem não são critérios de elegibilidade para o Women’s Prize for Fiction, que celebra a criatividade feminina.

A vencedora do prémio – ao qual concorreram 16 autoras – vai ser conhecida a 9 de setembro.

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