Este ano, a feira será em moldes diferentes, por causa da covid-19, e, "face à impossibilidade de realização de eventos com muitas pessoas, optou-se por fazer uma exposição de edições", que estarão também para venda, explicou à Lusa fonte da organização.

A Feira Gráfica de Lisboa, que nas duas edições anteriores decorreu no Mercado de Santa Clara, este ano transita para o Museu de Lisboa, de 3 a 11 de outubro, com a exposição a contar com mais de uma centena de editores independentes, autores e artistas.

Entre os participantes desta edição contam-se a Douda Correria, a Sapata Press, a não (edições), a Abysmo, a Averno, a Oficina Arara, a Edições Húmus, a Stolen Books e o projeto Homem do Saco.

Além do livro impresso, de literatura, ilustração, fotografia, estarão disponíveis trabalhos noutros formatos, como jornais culturais, fanzines e impressões serigráficas.

Ao longo da feira-exposição, está previsto ainda um programa de conversas com os participantes, para discutir contrangimentos e oportunidades para publicar em tempo de pandemia, ou como ser independente e ter apoios à edição.

A entrada na Feira Gráfica de Lisboa será livre, mas com lotação limitada.

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