Em 1987, os U2 editaram "The Joshua Tree", disco que vendeu mais de 25 milhões de cópias em todo o mundo e que liderou os principais tops. "With or Without You", "Where The Streets Have No Name" e "I Still Haven't Found What I'm Looking For" foram alguns dos singles do álbum.

Para celebrar os 30 anos, os U2 agendaram uma digressão especial que vai passar por 25 cidades. Os espetáculos arrancam em maio, em Vancouver, e Portugal não faz parte da rota do grupo irlandês.

Nos Estados Unidos a banda irlandesa atuará em Seattle, São Francisco, Los Angeles, Houston, Dallas, Chicago e Pittsburgh, Tampa, Miami, Filadélfia, Washington, Rutherford, Cleveland e Boston. No Canadá, está também anunciada a cidade de Toronto, em junho, além de Vancouver.

Na Europa, os U2 atuarão também em Berlim, Roma, Dublin, Paris, Amesterdão e Bruxelas, além de Londres e Barcelona.

Nos concertos nos Estados Unidos e Canadá, a banda de Bono vai estar na companhia dos Mumford & Sons, The Lumineers e OneRepublic. Já na Europa, os High Flying Birds, de Noel Gallagher, vão abrir os concertos da banda.

“É como se tivesse fechado um ciclo por completo desde que escrevemos as canções de 'The Joshua Tree', com toda esta agitação mundial, os movimentos de extrema direita e alguns direitos humanos fundamentais em perigo. Assim que decidimos pôr em marcha esta digressão, queríamos celebrar este quinto álbum, já que as canções parecem ser de total relevância nos tempos que vivemos”, referiu The Edge, em comunicado.

Bono, por seu lado, acrescentou que ouviu recentemente, pela primeira vez em quase trinta anos, “The Joshua tree” tendo comparado o álbum a uma ópera.

“Há uma grande quantidade de emoções que parecem extremamente atuais, como o amor, a perda, os sonhos perdidos, as divergências, o esquecimento”, referiu, acrescentando estar disposto a entregar-se totalmente nesta digressão, que está a deixar o público tão emocionado como a banda.

Com mais de 25 milhões de exemplares vendidos, o disco catapultou Bono, The Edge, Adam Clayton e Larru Mullen Jr. para a primeira linha da música, "fazendo com que passassem de heróis a superstrelas”, como descreve hoje a revista Rolling Stone, no artigo sobre a digressão.

O álbum foi produzido por Brian Eno e Daniel Lanois, consagra a imagem gráfica dos U2, assim como a representação fotográfica da banda, numa sequência que deu reconhecimento à carreira do fotógrafo e diretor Anton Corbijn.

O disco foi gravado em Dublin, entre os estúdios de Windmill Lane e Danesmoate, a casa que acabou por se toprnar a residência do baixista Adam Clayton.

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