«É sempre difícil escolher. No entanto, eu escolheria o Bolero de Ravel. Sabe porquê? Porque é sempre igual e é sempre diferente». Assim é definida Bárbara Guimarães pelo maestro António Vitorino de Almeida.

Nascida a 1973, no Lubango, em Angola, durante o período colonial português, Bárbara Guimarães vem para Portugal ainda é bebé. Filha de uma professora primária e de um artista plástico é com a avó materna que passa grande parte do tempo e ainda hoje essa relação é vivida de uma forma muito especial.

Na escola, Bárbara Guimarães é uma aluna aplicada e interessada. «Ela era interventiva, gostava de falar, de participar nas atividades e de apresentar os trabalhos», recorda Magda Sousa, professora de Língua Portuguesa durante o secundário.

Para a docente, Bárbara seguiria um caminho ligado às Artes, «porque era uma aluna muito sensível», acrescenta.

É esse à vontade que a leva à formação em jornalismo e a uma candidatura para a TVI. Artur Albarran, um dos jornalistas considerados mais mediáticos da televisão portuguesa, é quem faz o 'casting' e percebe naquele momento o potencial da jovem candidata.

O seu à vontade e amadurecimento captam a atenção de Francisco Pinto Balsemão que a convida a passar da informação para o entretenimento.

Mas Bárbara não fica por ai. Quando surge a SIC Notícias, arrisca uma vez mais a mudança e passa a apresentar programas ligados à cultura. É no âmbito da cultura que conhece aquele que viria a ser o seu companheiro desde há dez anos: Manuel Maria Carrilho, ex-ministro da Cultura dos dois governos de António Guterres.

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