"Aladdin" vai ter uma sequelas e será mesmo para os cinemas, não para o serviço de streaming Disney+.

A imprensa especializada norte-americano confirmou que a Disney já atribuiu o projeto aos mesmos produtores do sucesso do último verão, que rendeu mais de mil milhões de dólares a nível mundial.

O argumento será uma história completamente nova de John Gatins (o mesmo de "Decisão de Risco" e  do último "Power Rangers") com Andrea Berloff (de "Straight Outta Compton" e que se estreou como realizadora no ano passado com "The Kitchen - Rainhas do Crime").

Não se sabe se o realizador Guy Ritchie irá regressar para a sequela ou os atores Mena Massoud, Naomi Scott e Will Smith, embora seja habitual as estrelas fazerem contratos com opção para mais do que um filme.

Além de "Aladdin", a Disney prepara para os cinemas a sequela de "O Livro da Selva" (2016), embora não se saiba quando vai avançar a rodagem pois o realizador Jon Favreau está envolvido com a segunda temporada de "The Mandalorian", a série "Star Wars" para o Disney+.

Os dois filmes fazem parte da lucrativa estratégia de relançamento de títulos do legado de animação da Disney que começou com "Alice no País das Maravilhas", de Tim Burton, em 2010.

Os maiores sucessos foram "Alice...", "A Bela e o Monstro", "Aladdin" e "O Rei Leão".

Até agora, surgiram as sequelas "Alice do Outro Lado do Espelho" (2016) e "Maléfica: Mestre do Mal" (2019).

Trailer "Aladdin".


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