Em Outubro de 2015, surgiram notícias sobre a preparação um sexto "Die Hard" e que a história iria regressar às origens e mostrar a juventude de venerado polícia John McClane.

O estúdio 20th Century Fox estava a negociar com Len Wiseman, que fez "Die Hard 4.0 - Viver ou Morrer" (2007), para que este regressasse para o que seria uma prequela com um novo ator como McClane em Nova Iorque no ano de 1979, antes de se tornar o "duro" que conhecemos dos cinco filmes que já foram feitos.

Só que isto não significava que a saga fosse abdicar de Bruce Willis, que se tornou uma estrela precisamente com o primeiro "Assalto ao Arranha-Céus" (1988), porque a história seria intercalada com a nossa atualidade.

Em setembro de 2017 surgiu a confirmação oficial do envolvimento dos dois para "Die Hard 6", mas só agora se ouviu o ator a falar sobre o assunto e para fazer uma atualização da situação do projeto.

"Estou quase a voar para a Califórnia para começar a ver qual o aspeto do argumento", revelou a Jimmy Fallon no seu "talk-show" noturno, quando falavam dos 30 anos do primeiro filme.

Com Willis de regresso, a poucos dias de fazer 63 anos, não se sabem ainda é pormenores sobre quem será o "jovem" John McClane.

"O 'casting' certo para este papel é crucial. Aqueles pés descalços têm uns sapatos muito grandes para preencher", explicou anteriormente Len Wiseman, numa referência à forma como a personagem "sobreviveu" durante uma parte significativa da ação de "Assalto ao Arranha-Céus".

Embora "Die Hard 4.0" tenha sido um sucesso comercial, o quinto filme, "Die Hard: Nunca é Bom Dia para Morrer" (2013), por pouco não teve prejuízo: foram as receitas internacionais que compensaram o fracasso comercial nos EUA.

O estúdio e, pelos vistos, Len Wiseman e Bruce Willis, parecem confiantes que vão conseguir dar nova energia a uma das sagas mais icónicas da história do cinema.

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