O júri que premiou o documentário concluiu ser um “filme que combina magistralmente imagem, som e narrativa, numa história convincente sobre um personagem único e sua relação com a sua casa e música”.

A obra sobre Yasuo Moriyama, o “ermita urbano” que vive numa casa construída por Ryue Nishizawa — um dos dois fundadores do ateliê japonês SANAA, vencedor de um Pritzker -, tinha encerrado o festival.

A melhor ficção foi “The Hyms of Muscovy”, de Dimitri Venkov, por ser um “filme hipnótico, caleidoscópico, desconcertante e surpreendente”, enquanto uma menção honrosa foi entregue a Kirsten Tan por “Pop Aye”.

“Forensic”, de Chris de Krijger, foi escolhido como melhor filme experimental, e uma menção honrosa foi para “The Eternal Virgin”, de Jorge Suárez-Quiñones Rivas.

Na categoria de Novos Talentos, o júri distinguiu Ewa Trzcionka, pela obra “A Spa Arquitecture of Zawodzie”.

A escolha do público foi para “Jaar: The Lament of the Images”, de Paula Rodriguez Sickert, que marcou presença no certame.

O festival abriu portas no passado dia 06, com o Chile como país convidado.

Com sessões no Fórum Lisboa e no Cinema City Alvalade, em Lisboa, o festival teve como objetivo promover o intercâmbio do movimento em curso no campo da arquitetura e do cinema.

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