«Joshua Tree, 1951» é um íntimo retrato de James Dean antes de conhecer a celebridade e tornar-se num ícone americano. Passado sobretudo no início da década de 1950 e observando as experiências de Dean enquanto actor emergente em Los Angeles, o filme apresenta uma série de reveladoras e por vezes oníricas sequências, que fundem biografia com elementos ficcionais de forma a representar um momento seminal de uma vida memorável.

Parte retrato do artista enquanto jovem, parte história de amor, e ainda um olhar à indústria de Hollywood do pós-guerra, «Joshua Tree, 1951» mostra um lado de Dean raramente visto. Através de uma sólida e honesta abordagem à complexa sexualidade e às primeiras relações do actor, esta que é a primeira longa-metragem de Matthew Mishory redefine James Dean para toda uma nova geração.

«Joshua Tree, 1951: A Portrait of James Dean», protagonizado por James Preston e com a participação dos atores portugueses Rafel e Edgar Morais, é exibido hoje, 23 de setembro, às 22h00, e repete a 27 de setembro, às 17h00, sempre no cinema São Jorge, em Lisboa.

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