Nina Veligradi descreve desta forma o filme
«Stillleben»: «A tragédia de um homem perseguido pela atracção que sente pela filha. Será imoral? Para alguns sim. Será ilegal? Se não for expressado, não. Stillleben pode bem ser um dos filmes mais tristes e ao mesmo tempo dos mais engraçados do ano, constituindo a simples definição de tragédia.

Resumindo: se o teu nome não é Lolita e o teu padrasto é o teu pai biológico, pode ser embaraçoso. Quão proibido é um pai dormir com prostitutas e dar-lhes o nome da filha? Ou masturbar-se a olhar para fotografias dela em criança? Um objecto óbvio para ele, incapaz de se relacionar com ela de forma emocional, despoletou uma paixão que atravessa a vida familiar. Uma tragédia repleta de vergonha e da culpa que rodeia a existência humana».

«Stillleben» é exibido hoje, 2 maio, às 21h45, no Cinema São Jorge, e repete no dia 4 de maio, às 18h45, também no Cinema São Jorge.

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