“Premiámos ‘Lingua Franca’, de Isabel Sandoval, pela singularidade e subtileza com que retrata uma realidade de vulnerabilidade e resistência, num contexto contemporâneo extremamente adverso”, justificou o júri, composto por André Tecedeiro e Joana Ascenção, no comunicado da organização.

Em “Lingua Franca”, a protagonista Olivia é uma “mulher ‘trans’ filipina, sem documentos, que trabalha como cuidadora de Olga, uma mulher russa idosa, em Brighton Beach, Brooklyn”, pode ler-se na sinopse do filme, que acrescenta: “Quando Olivia fica sem opções para obter um estatuto legal nos Estados Unidos, envolve-se com Alex, o neto adulto de Olga, em busca de uma autorização de residência com base no casamento”.

O melhor documentário foi para “Toutes les Vies de Kojin”, realizado por Diako Yazdani, enquanto a curta-metragem brasileira “Quebramar”, de Cris Lyra, venceu na sua categoria.

O júri das ‘curtas’, constituído por José Magro, Ricardo Barbosa e Rita Natálio, entregou ainda uma menção especial a “Aline”, de Simon Guélat.

O mesmo júri distinguiu a curta-metragem “Why do I Feel Like a Boy?”, de Kateřina Turečková, como melhor filme de escola europeia.

Na competição Queer Art, o júri premiou o argentino “Santos”, de Alejo Fraile, tendo dado uma menção especial a “Hiding in the Lights”, de Katrina Daschner.

“Num ano de dificuldades acrescidas devido à situação de pandemia, o Queer Lisboa salienta a grande afluência de público, confirmando assim a vontade por parte dos espectadores em continuar a celebrar o cinema ‘queer’ de forma presencial e também a crucial importância dos festivais de cinema, contrariando os números das salas de cinema comerciais. Foram anunciadas as datas do Queer Lisboa 25, que terá lugar de 17 a 25 de setembro de 2021”, acrescentou a organização.

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