Esta quinta-feira, "Homem-Aranha: Longe de Casa" tornou-se o 41º filme a entrar no clube dos "mil milhões de dólares" de receitas de bilheteira a nível mundial.

Também é o primeiro na saga do super-herói, sem contar com a inflação, a conseguir atingir esse valor, e o segundo da história da Sony, após "007 - Skyfall" em 2012.

A notícia é muito importante para a Marvel: segundo a imprensa especializada, existe um acordo secreto entre a Sony e a Marvel e se o filme não chegasse a esse valor nas bilheteiras, a Sony voltava a ficar com o controlo total dos destinos da personagem no cinema.

Chegando aos mil milhões, a Marvel tem o direito a "supervisionar" um terceiro filme com Tom Holland.

O primeiro filme, "Homem-Aranha: Regresso a Casa", ficou pelos 880 milhões em 2017.

A Sony tem os direitos cinematográficos do Homem-Aranha (e outras personagens do universo, nomeadamente Venom), mas chegou a acordo com a Marvel em 2015 para partilhar o super-herói.

O financiamento e distribuição dos filmes continuava a cargo da Sony, bem como o controlo criativo final, enquanto a Marvel partilhava as receitas, passava a ter uma influência importante nos projetos (ao contrário do que aconteceu nas aventuras no cinema com Tobey Maguire e Andrew Garfield) e concretizava a antiga ambição de incluir o Homem-Aranha no seu Universo Cinematográfico e merchandising.

Três outros filmes este ano também já entraram neste clube muito especial dos mil milhões de dólares: "Capitão Marvel", "Aladdin" e, claro, "Vingadores: Endgame", que, com 2,79 mil milhões, se tornou o maior sucesso de sempre nas bilheteiras, desalojando "Avatar".

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