«Mamma Mia» e
«Dúvida» são os dois filmes que
Meryl Streep protagonizou em 2008, o primeiro um monstruoso sucesso de bilheteira, devastado pela crítica mas que garantiu elogios unânimes à prestação vocal da actriz, e o segundo um drama que valeu à intérprete a sua 15ª nomeação ao Óscar, um recorde absoluto na categoria dos actores.

A actriz estreou-se no cinema num papel secundário no filme
«Julia» (1976), de Fred Zinnemann, a que se seguiram outras prestações de suporte em filmes como
«O Caçador» (1978),
«Manhattan» (1979) e
Kramer contra Kramer, que lhe valeu o primeiro Óscar, de Melhor Actriz Secundária.

A partir daí, os papéis de excepção nunca pararam, o que se comprova pela sucessão quase ininterrupta de nomeações aos Óscares, nos filmes
«O Caçador» (Secundária),
A Amante do Tenente Francês,
A Escolha de Sofia (pelo qual conquistou o seu único Óscar de Melhor Actriz),
Reacção em Cadeia,
África Minha,
Estranhos na Mesma Cidade,
Grito de Coragem,
Recordações de Hollywood,
As Pontes de Madison County,
Podia-te Acontecer,
Melodia do Coração,
Inadaptado (Secundária),
O Diabo Veste Prada e ainda
Dúvida.

E não foi só nestes filmes que a actriz comprovou a imensa versatilidade do seu talento.

Por exemplo, além das fitas acima, Streep provou que sabia fazer rir em
«A Morte Fica-vos Tão Bem», que conseguia cantar em
«Bastidores da Rádio», que podia ser má como as cobras em
«O Candidato da Verdade» e também que podia ser uma «action heroe» em
«Rio Selvagem».

Brevemente vamos vê-la no papel da célebre «chef» Julia Child em
«Julie & Julia», de
Nora Ephron, e como uma das vozes do filme em animação stop-motion
«The Fantastic Mr. Fox», de
Wes Anderson.

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