«
Eleanor Parker era e é uma das mais belas mulheres que alguma vez conheci», disse em comunicado o seu colega Christopher Plummer, que com ela contracenou em
«Música no Coração». «Mal consigo acreditar nesta triste notícia porque eu tinha a certeza que ela era encantada e viveria para sempre». A atriz faleceu aos 91 anos, na sequência de uma pneumonia.

Parker estreou-se no cinema no início dos anos 40 e tornou-se uma estrela em fitas como «Entre Dois Mundos» (1944), «Escravo da Paixão» (1946) e «Nunca Digas Adeus» (1946). O melhor período da sua carreira deu-se nos anos 50, onde fez os três filmes que lhe valeram a nomeação para o Óscar de Melhor Atriz: «Encarcerada» (1950), pelo qual conquistaria o prémio de Melhor Atriz no Festival de Veneza,
«História de um Detective» (1951) e «Melodia Interrompida» (1955). Além disso, ao longo da década, participou também em grandes sucessos como
«Scaramouche» (1952),
«O Homem do Braço de Ouro» (1952),
«Marabunta» (1954),
«Um Rei e Quatro Rainhas» (1956) e
«A Herança da Carne» (1960).

Apesar de ser relativamente secundário, o seu papel mais recordado é hoje o da baronesa Schrader no mega-sucesso que foi
«Música no Coração» (1965). Também fez bastante teatro, mas a partir de meados dos anos 60, trabalhou essencialmente na televisão, com papéis de prestígio em séries como «O Barco do Amor», «A Ilha da Fantasia» ou «Crime, Disse Ela».

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