A energia eletrizante de Blaya hipnotizou o público. A rapidez dos movimentos africanos fizeram do palco a casa da vocalista da banda da Amadora que abriu o concerto com "Macumba" e "Hangover(BaBaBa)".

Com luzes, flashes, trocadilhos difícieis de repetir e muito vigor, a banda de origens africanas, precursorado Kuduro Eletrónico, provou a razão pela qual é reconhecida internacionalmente.

"Komba", "Kalemba", "Wawaba"seguiram-se no alinhamento, com"Sound of Kuduro" a fechar o concerto.

Pedro Abrunhosa entrou em palco com o charme e espírito de sedução que o caracterizam. Dentro de roupas justas, brilhantes e atrás dos seus inseparáveis óculos, gritou "Eu Sou o Poder", do último álbum - "Longe" - com o Crato a dar-lhe as boas-vindas com grande ovação.

De seguida ouviram-se músicas que ninguém esquece como "Não Posso Mais", "Rei do Bairro Alto", "Socorro", "Se fosse um dia o teu olhar" ou "Tudo o que eu te dou".Mesmo os mais novos acompanharam sem vacilar o músico nas letras, entre críticas ao governo pela gestão do processo RTP ou pela má aplicação do dinheiro público.

Em palco, recebeu das mãos do Presidente da Câmara Municipal do Crato, João Teresa Ribeiro, a Platina. Agradeceu e depressa voltou a cantar, sem dar espaço a discursos.

Texto e Fotografia@Nuno de Noronha

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