O concerto tem início às 21:00, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), é protagonizado pelo Sond’Ar-te Electric Ensemble, sob a direção de Laurent Cuniot, e conta com a participação do clarinetista Nuno Pinto e da pianista Joana Gama, que integram o conjunto de câmara.

"O Farfalhar das Folhas", de Flo Menezes, "Um silêncio a somar-se ao silêncio", de Tiago Cutileiro, e "Avant", de José Luís Ferreira, são as obras em programa, além das estreias de John McLachlan, "Golden Circle", e de Leilei Tian, "The Hymn of the Pearl".

Uma hora antes do início do concerto, abre a instalação sonora "Sound Walk", no caminho pedonal do CCB – Caminho de José Saramago –, que se estabelece através de 25 paisagens sonoras que vão acompanhar todo o Festival.

Para a 17ª edição, estão programadas 25 iniciativas, entre concertos, conferências e "masterclasses", nos quais participam artistas oriundos da Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Itália, Reino Unido, Polónia, Roménia e Portugal.

No segundo dia, realiza-se a homenagem ao compositor português António de Sousa Dias e aos seus 25 anos de criação musical, num programa inteiramente dedicado à sua obra e que conta com a estreia de "A Dama e o Unicórnio", sobre poema de Maria Teresa Horta. A interpretação é de Les Phonogénistes e do compositor, em conceção e projeção sonora, além de Rosinda Costa e Ana Mandillo, como narradoras.

No dia 11, apresentam-se o Quarteto de Cordas de Matosinhos com a Orquestra de Altifalantes e o Fresco Electroacústico de Bertrand Dubedout, um dia antes do recital do flautista francês Pierre-Yves Artaud e da pianista portuguesa Ana Telles, que interpretam Claude Debussy, Darius Milhaud, Olivier Messiaen, Jean-Sébastien Béreau, João Madureira, Bertrand Dubedout, João Pedro Oliveira e Yoshihisa Taïra.

A 13 de setembro, terça-feira, são apresentados "Homo Ludens" e "Flashlight", dois projetos em torno da ideia de interatividade, premiados no concurso European Competition for Live Electronic Music Projects.

"Homo Ludens", de Alex Nowitz, é uma performance vocal interativa, e "Flashlight", de Barbara Luneburg, resulta da colaboração com vários compositores e artistas da novíssima geração para violino, eletrónica, vídeo, luz e projeção laser. Nowitz e Barbara Luneburg são os intérpretes. A conceção sonora, de luzes e de laser é de Marko Ciciliani.

No último dia, quarta-feira, 14 de setembro, António de Sousa Dias regressa ao programa do Festival, para um "workshop" sobre a utilização do som e da música em ambientes virtuais.

O concerto de encerramento, com a Orquestra de Altifalantes e direção de Miguel Azguime, apresenta as obras vencedoras do Concurso Internacional de Composição Música Viva 2011, contando com músicos da nova geração de improvisadores portugueses como Simão Costa, em projeção sonora, e Joana Sá, em piano preparado, "toy piano", eletrónica e objetos.

O Festival Música Viva, com direção artística do compositor Miguel Azguime, é uma iniciativa da Miso Music Portugal e tem por objetivo divulgar as diferentes “encruzilhadas da nova música europeia”.

SAPO/Lusa

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