Cinco membros do grupo feminino fizeram, em fevereiro deste ano, uma atuação provocativa, dentro da principal catedral moscovita, para protestar contra Vladimir Putin e a sua relação estreita com a igreja ortodoxa russa.

As mulheres utilizaram as suas habituais máscaras e apenas três foram identificadas e consequentemente detidas após um julgamento controverso, realizado no dia 17 de agosto, em que foram sentenciadas a 2 anos de prisão.

Alguns dias depois, a policia moscovita declarou que se encontrava à procura dos restantes membros do grupo, no que pareceu um aviso para parar com os protestos contra o atual presidente russo.

No passado sábado, as Pussy Riot utilizaram a sua conta na rede social Twitter para revelar que duas das ativistas conseguiram escapar da Rússia e estão a recrutar pessoas para preparar novos protestos.

Paulo Costa

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