
Um dos momentos mais altos da sua carreira foi a participação na estreia de «War Requiem», a maior obra do britânico Benjamin Britten, apresentada durante a inauguração da catedral de Coventry, em 1962. Fischer-Dieskau, que começou a carreira em 1947, era presença regular na Ópera de Berlim, mas também em Viena, Londres (Covent Garden) e em Nova Iorque (Carnegie Hall). Dietrich Fischer-Dieskau era também reconhecido como pedagogo e escritor.
Já a cantora argelina Warda, reconhecida como a diva da música clássica árabe, morreu aos 72 anos na quinta-feira à noite depois de ter sofrido um ataque cardíaco na sua casa no Cairo, divulgou hoje a comunicação social egípcia. Warda, cujo pai era argelino e a mãe de origem libanesa, nasceu em França a 22 de julho de 1939, tendo iniciado a carreira artística no início da década de 1950.
A cantora, de nome completo Warda Mohamed Fetuki, era bastante popular entre o público árabe, tendo interpretado mais de 300 canções e participado em vários filmes egípcios. Em 1960, a artista decidiu mudar-se para o Egito, vivendo entre a capital egípcia e as cidades de Argel e Paris, segundo o diário egípcio Al Ahram. O mesmo jornal noticiou que a cantora tinha sido recentemente submetida a um transplante de fígado na capital francesa. O filho da cantora, Riad, divulgou que os restos mortais da artista serão transportados e sepultados na Argélia.
SAPO com Lusa
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