A cerimónia da distinção está marcada para o final do dia da próxima segunda-feira nos Paços do concelho, coincidindo com a edição do novo disco "Duetos de Lisboa", no qual Paulo de Carvalho interpreta um repertório ao lado de artistas de vários países, como Ivan Lins (Brasil), Yami (Angola), Davide Zaccaria (Itália), Ritinha Lobo (Cabo Verde).

A eles juntam-se ainda a filha Mafalda Sacchetti, os fadistas Camané e Gisela João e a cantora Rita Guerra e as receitas de venda do álbum reverterão a favor da Fenacerci.

Paulo de Carvalho, 65 anos, atuou na semana passada no Teatro Tivoli, em Lisboa, encerrando uma série de concertos para assinalar os 50 anos de vida artística, comemoração que incluiu atuações em vários palcos nacionais, entre os quais o Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra) e o Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.

Fundador dos Sheiks, Paulo de Carvalho passou por outros grupos do rock português nos anos 1960 até que, em 1974, venceu o Festival RTP da Canção com o tema "E depois do adeus", senha para a revolução de abril e que lhe marcou o percurso até hoje.

Numa entrevista em janeiro à agência Lusa, o músico afirmou que, ao longo da carreira, fez por pesquisar "muito mais as raízes da cultura musical portuguesa, a partir do fado".

O autor assumiu, então, como "cantor de música ligeira - ou antes música séria, e outra que se faz para rir": "E eu só me rio".

@SAPO/Lusa

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