Tusk "é uma forma de vida sintética, uma fantasia sci-fi criada pelo vocalista-bailarino-produtor Benjamin Teicher como recipiente para os seus sonhos mais doces e fantasias mais sombrias", conta o espaço lisboeta

Considerada uma das mais recentes vedetas do underground queer berlinense, "Tusk é um músico inflexível, dotado e amaldiçoado com uma visão cristalina do futuro da humanidade", acrescenta.

Tusk pertence "à mesma linhagem de Xiu Xiu, Grimes e Washed Out, gente que abandona as pretensões indie do movimento DIY para buscar prazeres mais esotéricos, seja na eletrónica gótica de Apoptygma Berzerk, na new wave dos Tears for Fears, no erotismo de Kate Bush, juntando-se um toque de melancolia que, a espaços, remete para Thomas Dolby e Vangelis", detalha o Lounge Lisboa.

O seu mais recente longa-duração chama-se "Sacrifice" e inclui sintetizadores e batidas incessantes da synthdance dos 80s e do trance dos 90s. "Ganchos indeléveis, melodias deslocadas e beats que explodem por todo o espectro que vai do acid house às novas linhas da pop", descreve.

Por seu lado, Mez Medallion, australiano residente em Berlim, cria indie-synthpop catártico. "Com teclados eufóricos, guitarras lo-fi em modo psych, beats apaixonados por Phil Collins, restos de new wave e hip-hop dos 90’s é todo um combate de paisagens sonoras que nadam no fundo dos seus sonhos", comenta oa sala lisboeta.

“Move Towards the Light” é o nome do mais recente single e videoclip, "uma espantosa declaração de intenções para o futuro álbum". "É um grito de guerra, uma confissão que veio do abismo, a exclamação de alguém que salta através das chamas para sair mais forte do outro lado", conclui.

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