"Alexandre: O Homem, o Deus" chegou à Netflix no passado dia 31 de janeiro. Na semana de estreia, a série documental conquistou o top diário do serviço de streaming e, em Portugal, ocupa a segunda posição do ranking, ficando apenas atrás de "Griselda".

A primeira temporada de oito episódios conta com "entrevistas com especialistas e dramatizações que ajudam a revelar a extraordinária vida de Alexandre, o Grande, e o seu fervoroso desejo de conquistar o mundo".

No arranque da série documental é abordada a relação entre Alexandre e o príncipe e Heféstio. No primeiro episódio, o protagonista beija o seu melhor amigo e a cena tem dado que falar nas redes sociais.

"A Netflix fez um novo documentário sobre Alexandre, o Grande. Nos primeiros oito minutos, o transformaram-no em gay", escreveu um subscritor do serviço de streaming no X, antigo Twitter. Vários espectadores alimentaram as críticas à Netflix, mas muitos defenderam que, segundo vários historiadores, o antigo rei da Macedónia era bissexual.

Alexandre, o Grande criou um dos maiores impérios da história da humanidade - entre 338 e 323 a.C. Alexandre da Macedónia unificou a Grécia, estendo o território desde o mar Adriático às margens do rio Indo e do Danúbio às cataratas do Nilo.

Segundo a revista NME, a sua sexualidade tem sido objeto de especulação, tendo o historiador romano Ateneu adiantando que o protagonista "gostava excessivamente de meninos".  Muitos académicos também teorizaram que o imperador tinha um relacionamento sexual de longa data com Heféstion.

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