A iniciativa, que se insere na celebração dos 100 anos do nascimento de Bernardo Santareno, é moderada pelo coordenador do projeto Cultura para Todos da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, Nuno Domingos, e inspira-se nas “imensas conversas” realizadas na antiga Confeitaria Paraíso, na rua Alexandre Herculano, em Lisboa, que o dramaturgo, natural de Santarém, considerava a sua “segunda casa”, tão perto estava da editora Ática, que então o publicava (a par de autores como Fernando Pessoa, Mário Sá Carneiro e Sebastião da Gama).

Os participantes são convidados a “evocar a pessoa, a obra e o trabalho multifacetado deste escalabitano”, que marcou “fortemente o teatro em Portugal no século XX”, e a recordar “outras conversas com e sobre Bernardo Santareno – pseudónimo do médico António Martinho do Rosário -, em que os próprios também tomaram parte”, afirma um comunicado da associação FITIJ - Festival Internacional de Teatro e Artes para a Infância e Juventude, que promove o encontro, com a associação Mais Santarém Intervenção Cívica (AMSIC).

A conferência vai decorrer numa “sala virtual”, devido à pandemia da COVID-19, com acesso pela plataforma digital Zoom e pelas páginas das duas associações no Facebook, contando com os apoios da Fundação Inatel, Câmara Municipal de Santarém, Comemorações Nacionais do Centenário de Bernardo Santareno e Grupo Coordenador de Santarém das Comemorações Nacionais do Centenário de Bernardo Santareno.

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