Na “atmosfera turva destes banquetes perversos, as provadoras e os militares das SS traçam alianças insólitas”, adianta a editora portuguesa Publicações D. Quixote, sobre esta obra distinguida com os Prémios Jean Monet, em 2019, e Campiello, em 2018.

Também pelas Publicações D. Quixote, no próximo dia 28, é feita nova edição de “Palomar“, de Italo Calvino, numa tradução de João Reis, que a antiga editora Teorema, entretanto assimilada pelo grupo Leya, colocou nas livrarias portuguesas em 1987. “Palomar” é um “homem excêntrico em busca de conhecimento, visionário num mundo sublime e ridículo, Palomar é um observador nato”, escreve a D. Quixote.

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