A antologia de carreira, que incluirá 18 temas, dos quais cinco nunca antes editados, sairá a 23 de setembro, no dia em que Bruce Springsteen completar 67 anos, e o alinhamento foi pensado para registar o percurso do músico, em paralelo ao que se poderá ler no livro.

"Springsteen escolheu as canções de 'Chapter and Verse" de modo a refletirem os temas e os capítulos de 'Born to run'. A compilação começa com dois temas dos The Castiles, com um adolescente Springsteen na guitarra e na voz, e termina com o tema título de 'Wrecking Ball' (2012)", lê-se na página oficial do músico na Internet.

Os cinco temas inéditos em disco são "Baby I" e "You can’t judge a book by the cover", gravados nos anos 1960, com The Castiles, "He’s guilty (The judge song)" (1970), "Ballad of Jesse James" (1972) e "Henry boy" (1972).

A autobiografia "Born to run", que Bruce Springsteen escreveu ao longo dos últimos sete anos, sairá a 27 de setembro, em simultâneo em vários países, incluindo Portugal, pela editora 20|20.

"Em 'Born to run' ele descreve o crescimento e a educação católica em Freehold, Nova Jérsia, rodeado de poesia, perigo e escuridão, que alimentavam a sua criatividade", antecipa a editora portuguesa.

O "momento fulcral" do início da carreira de Bruce Springsteen terá sido o dia em que viu uma atuação de Elvis Presley no programa televisivo "Ed Sullivan Show", em 1956. Tinha sete anos.

Na página oficial, Bruce Springsteen explica que começou a escrever a história de vida em 2009, depois de ter atuado com a E Street Band na Superbowl, a final do campeonato norte-americano de futebol.

"Escrever sobre nós próprios é uma coisa engraçada (...), mas, num projeto como este, o escritor fez uma promessa: mostrar o seu pensamento ao leitor. Vou tentar fazer isso nestas páginas", afirma o músico.

"Born to run", título de um dos álbuns e uma das músicas mais conhecidas de Bruce Springsteen, terá também edição garantida no Canadá, França, Itália, Alemanha, Suécia, Holanda, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Espanha.

Considerado um dos nomes mais respeitados música rock americana, e muitas vezes descrito como uma das vozes que melhor descreve as vivências do cidadão comum, operário e de baixos recursos, Bruce Springsteen atuou em maio passado, com a E Street Band, no festival Rock in Rio Lisboa.

Bruce Springsteen tinha regresso marcado a Portugal à boleia de uma digressão para celebrar os 35 anos de edição do álbum "The River", recentemente reeditado, mas a verdade é que, em palco, alargou esse espelho retrovisor a álbuns do início da carreira ou igualmente antigos, como “Born in the USA” (1984), "Darkness ont the edge of town" (1978) e “Born to run” (1975).

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