O evento atrai dezenas de milhares de participantes a uma cidade temporária construída para a ocasião com enormes instalações artísticas e festas em pleno deserto do Black Rock, no Nevada.

Os organizadores disseram que, embora os Estados Unidos comecem a ver "a luz no fundo do túnel", a pandemia ainda persiste. "As incertezas que devem ser resolvidas são impossíveis de resolver no tempo que temos", acrescentaram.

O Burning Man começou em 1986, com a queima de uma grande efígie de madeira como ato central. Depois, tornou-se um evento anual de vários dias que geralmente decorre entre o final de agosto e início de setembro.

A COVID-19 perdeu força nos Estados Unidos, com uma queda na curva de casos e mortes, e os norte-americanos vacinados podem agora fazer a maioria das atividades ao ar livre sem usar máscara.

"A humanidade está a viver um trauma coletivo que não tem precedentes nos últimos tempos, e embora para alguns voltar ao Black Rock City possa parecer 'a resposta', temos pela frente um verdadeiro trabalho de reconstrução e cura antes de voltarmos com toda a força ao deserto", disseram os organizadores do Burning Man.

"Os impactos físicos, psíquicos e emocionais desta pandemia são reais e a recuperação desta experiência acontecerá em velocidades diferentes", acrescentaram.

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