Conan Osíris vai representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em Telavive, em Israel. "Telemóveis" foi o mais votado na final do Festival da Canção da RTP, que decorreu este sábado, dia 2 de março, na Portimão Arena.

Esta segunda-feira, dia 4 de março, o músico esteve à conversa com a equipa das manhãs da Antena 3 e confessou que ainda está parado no sábado à noite. "Desde o entregar da música para o Festival da Canção, em meados de novembro, eu estava a ver aquilo como se estivesse só a fazer uma música nova. Ir à cena e não pensar em ganhar ou não. De repente, as coisas foram avançando e eu fui pensando: 'ok, isto já é um bocadinho a sério e, então, vamos lá'", contou.

"As pessoas acham que a partir do momento em que fazes um programa de televisão a tua vida não existe, que é só aquilo. Parecendo que não... existe mesmo. Vai ser complicado conciliar tudo. Obriga-me a mudar a rota. Há compromissos que vou ter de alterar um bocadinho ou eliminar. Mas é complicado, sem dúvida", frisou.

Sobre a ida ao Festival Eurovisão da Canção, Conan Osíris gostava que todos "estudassem" um pouco o "acontecimento". "Tenho tantas preocupações sobre isso e sobre o resto... ainda nem penso na parte de me divertir nem de competir. Há coisas para entender primeiro. Devíamos todos estudar um bocadinho a situação e principalmente o que é que as coisas significam. As músicas, o próprio acontecimento, a política e tudo mais", sublinhou.

"Adorava que as pessoas vibrassem tanto com a minha cena como com a legislação", acrescentou, frisando que a sua perfomance não é pensada ao detalhe. "Se há quem ache que a minha cena tem marketing... quem me dera ter o dinheiro do marketing, ficava com ele todo para mim! Agora, há certos percurso que eu tenho de limar", garantiu.

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