O ator americano Johnny Depp procurou novamente esta quarta-feira (9) recorrer do caso por difamação contra o jornal tablóide britânico The Sun, que o apresentou como um marido violento com sua ex-esposa Amber Heard.

No início de novembro, o protagonista da saga "Piratas dos Caraíbas" perdeu um processo por difamação contra o News Group Newspapers (NGN), a empresa editora do jornal.

Johnny Depp pediu autorização para recorrer, como exige o sistema judicial britânico, mas o juiz Andrew Nicol, que tinha decidido contra ele, recusou.

Desta vez, a estrela de Hollywood recorreu diretamente a uma instância superior, segundo documentos judiciais de acesso público.

Não se sabe quando este tribunal anunciará se permite ou não um segundo julgamento.

Após três semanas de um julgamento muito mediático em julho no Supremo Tribunal de Londres, na presença do ator de 57 anos e da sua ex-esposa Amber Heard, de 34, o juiz Andrew Nicol decidiu a favor do jornal no início de novembro.

Com base nas declarações da atriz, o The Sun apresentou 14 episódios de violência doméstica que o ator desmentiu veementemente.

Já o juiz considerou que as afirmações do jornal eram "substancialmente verdadeiras" porque "a grande maioria das alegadas agressões foi comprovada".

No final de novembro, também foi ordenado a Johnny Depp que pagasse cerca de 628 mil libras (705 mil euros) ao The Sun para cobrir as suas despesas jurídicas.

Johnny Depp e Amber Heard conheceram-se na rodagem de um filme e casaram em fevereiro de 2015 em Los Angeles, divorciando-se no início de 2017.

A atriz de "Aquaman" relatou anos de violência "física e psicológica", acusações sempre negadas por Johnny Depp.

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