Na 4ª edição do festival de arte sonora ambiental Lisboa Soa, as "Migrações" são a temática central de uma nova "série de performances, workshops e instalações sonoras, que exploram o impacto da actividade humana no meio ambiente em pleno século XXI", explica a organização.

O evento regressa nos dias 12, 13, 14 e 15 de setembro à Estufa Fria, em Lisboa, "para uma reflexão sobre o impacto no ambiente sonoro nas migrações causadas pela efervescente atividade humana". "Pessoas, animais, plantas e sons estão em constante movimento, deslocando-se de um lado para o outro, silenciando ou transformando paisagens sonoras pelo caminho. Em alguns casos, nunca mais encontram um espaço de pertença. Noutros conseguem adaptar-se e naturalizar-se", frisa Raquel Castro, diretora artística do Lisboa Soa.

"Há várias causas para a migração de todas as espécies, mas de que forma são reconhecidas e respeitadas pelo ambiente construído? Temos a estufa como exemplo de acolhimento, que protege espécies vegetais migrantes numa atmosfera controlada, ao mesmo tempo que se adapta a elas, recriando outras geografias", acrescenta.

Para além da programação de artistas nacionais, como Ivo Louro,Francisco Pinheiro, Paulo Morais, @C ou o colectivo feminino “Lantana”, e internacionais, como Kathy Hinde, Vincent Martial, Carlos Henrich e Peter Cusack, o Lisboa Soa convida, pela primeira vez, "Tsonami", do Chile.

Veja aqui o programa completo.

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