O ambiente e a paisagem do MEO Marés Vivas é em todas as edições um dos principais destaques. E no primeiro dia do festival, os Keane e os Kodaline foram os grandes responsáveis pela banda sonora da noite fria.

Antes do sol se pôr, Mishlawi agitou as marés com os temas do seu último disco, “Solitaire”. “Uber Driver” ou “Honor Roll” foram algumas das novas canções mais aplaudidas. “All Night”, “Ignore” e “Rain” também ajudaram a fazer a festa.

Mishlawi
créditos: JOÃO ROCHA

Depois dos Quatro e Meia animarem o público, chegou a vez dos Keane subirem ao palco MEO do festival de Vila Nova de Gaia. Com apenas uma canção nova desde 2012 (“The Way I Feel”), a banda apostou num alinhamento repleto de sucessos - e que foram cantados a uma só voz pelos fãs.

“Bend and Break”, “Silenced by the Night” e “On the Road” foram as canções escolhidas para o pontapé de saída e para o reencontro com os fãs portugueses - o grupo de Tom Chaplin, Tim Rice-Oxley, Jesse Quin e Richard Hughes não atuava em palcos nacionais desde 2013.

VEJA AS FOTOS DOS CONCERTOS:

Entre temas mais ou menos conhecidos por todos, “This Is the Last Time” marcou um dos pontos altos do concerto dos Keane no MEO Marés Vivas. Mas o prato principal ficou guardado para o fim: o adeus foi ao som de “Everybody's Changing” e "Somewhere Only We Know”, os dois maiores sucessos da banda britânica.

Depois de um até já, a banda voltou a subir a palco para “Put the Radio”, “Crystal Ball” e, claro, "Sovereign Light Café”.

Ao longo de uma hora e meia, os Keane mostraram que a pausa não dividiu a banda - até pelo contrário. O alinhamento certeiro foi o maior trunfo do grupo, que deixou a multidão a cantar com considerável eco.

O regresso dos Kodaline

O final da noite ficou a cargo dos Kodaline, que já conhecem muito bem a casa e os festivaleiros portugueses. Como sempre, os irlandeses, foram recebidos com grande euforia e retribuíram todo o carinho do público.

KODALINE
créditos: DIOGO ALMEIDA

Quem assistiu ao concerto da banda na edição de 2018 do MEO Marés Vivas, viveu quase um déjà-vu, mas com direito a alguns bónus do novo disco, editado em setembro do ano passado.

No festival de Vila Nova de Gaia, os Kodaline não perderam muito tempo a inventar coisas novas e deram aquilo que os fãs (e os menos fãs) estavam à espera: "High Hopes", "All I Want", "Love Like This” e "One Day” foram alguns dos temas mais abraços pelo público.

Na reta final do concerto, a banda surpreendeu com uma versão de "Chasing Cars", dos Snow Patrol - a banda cancelou a vinda ao festival de Vila Nova de Gaia e os Kodaline foram os escolhidos para substituir Gary Lightbody e companhia.

Goste-se mais ou menos, a banda liderada por Steve Garrigan consegue sempre contagiar o público com a sua felicidade e alegria. Ano após ano, os Kodaline continuam ser uma aposta certeira para o MEO Marés Vivas.

No sábado, dia 20, os Ornatos Violeta prometem uma viagem pelas memórias.  As expectativas são elevadas, cuja atuação no MEO Marés Vivas será a única a Norte do país, confidenciou Jorge Lopes: "Esta atuação dos Ornatos Violeta não vai acontecer mais a Norte, é uma oportunidade única".

Mando Diao, Carlão e Don Broco também sobem ao palco do festival este sábado.

créditos: DIOGO ALMEIDA

Sting é o grande cabeça de cartaz de domingo, o último dia do MEO Marés Vivas. O artista atuou em 2017 no festival, mas este ano, o músico apresenta em Vila Nova de Gaia "Sting: My Songs" e promete um concerto mais elétrico, recheado com algumas das canções de maior sucesso dos The Police, como "Every Breath You Take”.

HMB, Mocheeba e Tiago Nacarato também vão subir ao palco no último dia do festival de Vila Nova de Gaia.

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