Acusado de assédio sexual e atentado ao pudor por parte de bailarinas da sua própria companhia, o artista plástico, coreógrafo e cineasta belga Jan Fabre foi condenado esta sexta-feira a 18 meses de prisão, com pena suspensa, pelo Tribunal Penal de Ambères.

Durante o julgamento, no fim de março, a Procuradoria tinha pedido uma pena de três anos de prisão contra esta figura central da arte contemporânea belga. No entanto, o tribunal considerou que parte dos factos prescreveram e descartou as acusações de seis das 12 alegadas vítimas.

Alvo da onda #MeToo em 2018, Fabre, de 63 anos, foi julgado por violência, humilhação e assédio sexual no trabalho contra 12 ex-funcionárias da sua empresa Troubleyn, além de uma acusação de "atentado ao pudor" contra uma delas.

A condenação de 18 meses está acompanhada de uma suspensão condicional da execução da pena por cinco anos. Neste período, Fabre será privado dos seus direitos civis, conforme cópia da sentença enviada à imprensa.

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