Tal como nos dois dias anteriores, um manto de gente irá dividir-se entre os sete palcos instalados no recinto, coberto com um gigante tapete de relva sintética e num dia de calor que deverá ultrapassar os trinta graus de máxima.

Num dos poucos concertos agendados para este verão na Europa, os canadianos Arcade Fire voltam ao país novamente em contexto de festival. Com um novo álbum em vista, talvez para 2017, é com os discos anteriores, de “Reflektor” (2013) a “Funeral” (2004), que deverão cumprir o concerto no Alive.

Hoje, no último dia do festival há novos discos para mostrar ao vivo, nomeadamente dos franceses M83, com “Junk”, ou dos norte-americanos Bando of Horses, com “Why are you ok”, editado há um mês.

São mais os regressos do que as estreias em solo português – como de Four Tet, José González e Calexico -, mas há a assinalar hoje pelo menos uma primeira vez: Da canadiana Grimes, 28 anos, autora de quatro álbuns – o último é “Art Angels”, de 2015 - e pouco dada a barreiras estilísticas para definir a música que faz. Diz que a música pop e eletrónica a influenciam, mas isso é só uma parte daquilo que depois transforma para as canções.

Agir, Paus, Tiago Bettencourt, Ana Sofia Varela, Savanna e Mirror People são algumas das propostas portuguesas no fecho do Alive.

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