A irlandesa Jane conta à Lusa que é a sua primeira vez no NOS Primavera Sound do Porto e define o ambiente como “amoroso” e “fantástico”. “Adoramos. É genial. Tão bom. A comida é ótima”.

“Sentimo-nos, definitivamente, em segurança. Toda a gente parece estar bem-disposta, e ninguém parece perigoso ou assustador”, observou Jane, que confessa que conseguiu a entrada no festival, porque ganhou o bilhete de uma amiga que tinha terminado a relação com o namorado e ficou com o bilhete dele. Jane está no Porto para ver Metronomy e Bon Iver.

O francês Benjamim, a chegar da capital, Paris, também está a estrear-se no Porto e no Primavera Sound, e diz que o ambiente é “supercool”.

“As pessoas são super simpáticas. O festival é hiper grande, não sabia que estava tão bem organizado. E verdadeiramente fantástico”, afirmou, acrescentando que as bandas que não vai querer perder são os Metronomy e os Death Grips.

Sobre a segurança, Benjamim disse à Lusa que sente seguro. “Não há problema. Penso que está tudo bem enquadrado. É um super festival”, afirmou, afirmando que tem menos medo de um atentado terrorista no Porto do que em Paris.

Diretamente de Nova Jérsia, nos Estados Unidos, Vitoria, 17 anos, aterrou no Porto pela primeira vez para assistir à 6.ª edição do Primavera Sound e diz que o que mais gosta no festival são as “vibes” e a “boa música” e que o que mais quer ver são os Pond, banda australiana, que toca na sexta-feira, no palco NOS, às 17:55.

Maria João, de Castelo Branco, admitiu que as regras de segurança estavam hoje “um bocadinho mais apertadas que em anos anteriores” e “mais rigorosas”, mas diz que é normal, por causa do que tem acontecido pelo mundo, ao nível de ataques terroristas.

A festivaleira portuguesa, que está pela segunda vez no Primavera, afirma que o ambiente do Primavera Sound é muito bom e não quer perder Metronomy e Bon Iver.

“Adoro as bandas que vêm cá. O estilo de música, a natureza envolvente”. “Quase tudo é imperdível”, concluiu.

Timóteo Azevedo, que chegou de Lisboa, para se estrear neste Primavera Sound do Porto disse à Lusa que decidiu a ida ao festival, por causa do conjunto das bandas, que é “muito eclético”, e pelo ambiente.

“É tudo giro. Tudo bem feito, é tranquilo”, classifica Timóteo, que conta ver Aphex Twin e Death Grips, ambos com concertos marcados para sábado.

“Dou-me Corda”, de Samuel Úria, foi a primeira música tocada quinta-feira no arranque da 6.ª edição do Primavera Sound do Porto, enquanto à entrada do recinto a PSP revistava os festivaleiros com detetores de metais.

O porta-voz da PSP, intendente Hugo Palma, disse à agência Lusa que no Primavera Sound, e no concerto de Ariana Grande, em Lisboa, no domingo, haverá “uma maior presença e visibilidade policial”, assim como a existência de polícias à civil, para vigiarem os acessos aos locais dos espetáculos.

O NOS Primavera Sound, que nesta edição apresenta uma forte presença de sonoridades urbanas como o hip-hop, R&B e eletrónica, termina no sábado, dia 10 de junho, contando com artistas como Aphex Twin, Justice, Bom Iver, Whitney, Sleaford Mods, Flying Lotus e muitos outros.

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