Isabel Figueira é uma mulher de afectos, uma mãe babada e uma profissional fiel à RTP, onde se estreou. A apresentadora e actriz está de pedra e cal no canal público mas garante que as surpresas para 2011 vão para além do pequeno ecrã. Cinema e teatro são uma hipótese mas, por enquanto, a namorada do actor Pedro Barroso prefere falar apenas do seu programa de música.

Está a fazer o TOP+ há oito anos. Satisfeita?
Muito. Eu adoro aquilo que faço e gostaria de fazer o programa por mais 10 ou 20 anos. Gosto imenso de música...acordo com música, adormeço com música, ando no carro com música, enfim, ter a oportunidade de ter os artistas portugueses perto de mim é um privilégio. É um privilégio também estar à frente de um programa de música, que é um programa de culto, que existe há 20 anos.

O programa está de cara lavada. Quais são as novidades?
Estamos muito mais motivados porque temos mais tempo para falar sobre coisas importantes, desde o "Top Downloads", descobrir novos talentos, vamos ter mais reportagens e vamos ter mais interacção dentro do programa. O programa é para nós um motivo de orgulho, é o único palco que existe para a música portuguesa.

Para além do TOP+, que outros projectos tem para 2011?
Tenho muitas coisas a acontecer este ano, mas só falarei no devido momento. São coisas muito boas na área da representação, uma paixão que descobri há alguns anos mas que só consegui pôr em prática no ano passado, na RTP, com a série "Um Lugar Para Viver" e com a "Maternidade", que irá estrear ainda este mês de Janeiro. Comecei o ano em grande, com o novo "TOP+" e com a "Maternidade". Tenho a certeza que as pessoas vão apaixonar-se por esta série e chorar muitas vezes. Depois, tenho outros projectos, mas não posso revelar por enquanto.

Quem era a Isabel Figueira há oito anos, quando se estreou no programa?
Noto imensas diferenças, até porque a maternidade muda-nos imenso. O nascimento do meu filho foi fundamental na minha vida, aliás ele até vê o TOP+ aos sábados. Sinto que mudei imenso ao longo destes anos. Parecendo que não, estes cursos de representação que fazemos, onde trabalhamos emoções, ajudam-nos a descobrir coisas muito importantes da nossa vida. Quero aprender mais e sinto que evoluí imenso e, essa evolução, é também uma aposta da RTP. Não quero desiludir a estação.

Que diferenças são essas?
Bem, tenho um ser, que foi a melhor coisa que me aconteceu na vida, que depende de mim e isso torna-me mais responsável e mais madura.

O Rodrigo tem noção de que a Isabel é uma figura pública?
Ele, com quatro anos e meio, tem a noção de tudo. Sabe perfeitamente que quando a mãe está a representar é a Ana Lafayette e que quando está a apresentar é a Isabel. Ele percebe tudo, até do lado do pai (César Peixoto).

O menino é crítico do seu trabalho?
Às vezes diz-me que a camisola não era gira (risos), ou então escolhe a roupa que quer que eu vista no programa. Ele vem sempre comigo gravar o TOP+.

O Rodrigo é parecido com a mãe?
Ele sabe muito bem aquilo que quer e eu também sou assim. A personalidade dele pode mudar mas, para já, tem uma personalidade muito vincada.

Acha que ele vai seguir televisão ou fazer carreira no futebol como o pai?
Não faço a mínima ideia. Obviamente que filho de peixe sabe nadar, portanto, gosta muito de jogar à bola mas tem outras coisas que faz comigo, teatrinhos, por exemplo.

Um segundo bebé faz parte dos seus planos?
Não penso nisso. Tenho o meu filho e tenho a minha carreira e nos próximos três anos é nisso que quero batalhar. Estou muito empenhada no meu trabalho. Por isso, mais filhos neste momento não. Preciso de tempo para mim e para as minhas coisas.

A Isabel é uma mulher de afectos...
Sou (risos)!

Tem vontade de oficializar o namoro com Pedro Barroso?
Não quero falar sobre isso.

(Entrevista: Joana Côrte-Real)

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