Depois de ter sido, há poucas semanas, uma das primeiras celebridades mundiais a anunciar que estava infetado com o novo coronavírus, tal como a mulher, Rita Wilson, Tom Hanks foi a cara que lançou o novo formato de "Saturday Night Live", este sábado.

O ator norte-americano foi o responsável pelo monólogo de abertura do programa da NBC, que agora aposta num modelo online, à semelhança de outras apostas televisivas obrigadas a reinventarem-se devido às condicionantes da COVID-19.

"É uma altura estranha para tentar ter piada", assumiu, embora não tenha prescindido do humor para dar as boas vindas à nova fase de um dos clássicos televisivos norte-americanos.

Hanks admitou que, durante o período de isolamento com a mulher, aprendeu a ver a temperatura do corpo em graus celsius — "36 é bom, 38 é mau, um pouco como Hollywood faz em relação às mulheres", brincou.

Além da abertura feita pelo ator, a primeira emissão do novo "Saturday Night Live" contou com um sketch de Larry David a interpretar Bernie Sanders e outro de Alec Baldwin na pele de Donald Trump, interpretação já habitual.

Chris Martin, vocalista dos Coldplay, cantou uma versão de "Shelter from the Storm", de Bob Dylan (veja aqui), e outro dos momentos musicais foi a homenagem que o elenco fez a Hal Willner, um dos produtores do programa, que morreu há poucos dias na sequência de complicações provocadas pelo coronavírus. O profissional era responsável pelos sketches musicais e foi relembrado com uma versão de "Perfect Day", de Lou Reed.

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